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2 de março de 2014

Jogos do Sporting é um pouco como sexo

Não sei o que escrever que já não tenha sido já escrito sobre o jogo de ontem. Jogámos mal e ganhámos bem. Quantas e quantas vezes eu vi o Sporting a jogar bem e, no final, perder os jogos? Por mim, pode ser sempre assim até ao final do campeonato. Jogar mal, com Magrão e André Martins no onze e mesmo assim, ganhar os três pontos? Para mim, é mel, que é como quem diz, pizza.

Jogos do Sporting é um pouco como sexo. Quando jogamos bem é muito bom, quando jogamos mal é muito bom na mesma.

Sporting, sexo, pizza. Só falta cerveja.


Algumas notas sobre o jogo, pois não tenho jeito para crónicas profundas e inspiradoras.

- Não curti o desrespeito no minuto de silêncio. Fiquei até embaraçado mas desrespeitos em minutos de silêncio é o pão nosso de cada dia. Horas antes, num Sporting – Benfica  em rugby, os adeptos do Sporting (claques) tinham sido ameaçados por adeptos benfiquistas que vinham armados com facas, ao que se diz. Portanto, é lamentável mas compreensível.

- Treinador do Braga, Jorge Paixão. É o novo palhaço da Liga Portuguesa. É um JJ versão “amuleto”. Gosta de rezar antes dos jogos começaram, de beijar os amuletos que tem nos pulsos e de correr e saltar ao longo da área técnica dos bancos de suplentes. E é um gabarolas de primeira água. Aposto que é lampião.

- O Magrão é bom jogador, é pena ter a forma física do melhor jogador do Moçarriense, da 1ª Divisão Distrital de Santarém.

- O André Martins parece que sofre daquela doença daquele velho do filme do Brad Pitt, “The Curious Case of Benjamin Button”, parece que fica mais novo e mais frágil a cada jogo que passa.

- O Carrillo aguentou 15 minutos da primeira parte. Se temos feito um golo nessa altura…

- O Mané mandou para o caralho a Cofina inteira em hora e meio de jogo.

- Gostei – mas gostei mesmo – de ver que o nosso segundo golo foi alcançado numa altura em que um jogador do Braga, o Pardo, estava deitado na grande área do Sporting, a queixar-se de uma lesão que tinha sofrido segundos antes… quando embateu com os placards de publicidade que estavam fora do rectângulo de jogo! Às vezes, o futebol é justo.

- Não quero falar sobre o Rui Patrício e o Rojo já começa a parecer um jogador da seleção da Argentina.

- O William Carvalho é o Rei e já começo a sentir saudades dele. O melhor jogador do Sporting dos últimos 10 anos. Como li no Twitter, o William tem tanta classe que devia começar a jogar de fato e gravata.


Quero terminar dizendo que só penso no lugar. Não quero pensar nem no 1º lugar nem no 3º. No início da época, julgava que iríamos lutar pelo 3º lugar com o Braga e perspectivava mesmo que ficaríamos em 4º portanto, isto é muito bom. Não consigo exigir mais a uma equipa que joga com o Magrão.

21 de dezembro de 2013

Amo-te Sporting

Há uns anos, quando perguntei a um amigo meu, “Ouve lá, o que é que se passa com o Luís e a namorada?”, ele respondeu-me “Aquilo à noite, parece que é sempre ‘bacalhau com batatas’.”

Na altura era puto e não percebi bem a que ele se queria referir com aquilo. Mais tarde, apercebi-me que “bacalhau com batatas”, é, para não ser demasiado explícito, uma queca à missionário com duração de 90 segundos, em média. É isto o Benfica desde Agosto: bacalhau com batatas. Não admira que estejam fartos.


Mais a norte, as relações são mantidas sob o jugo do chicote, dinheiro e comprimidos azuis. Paixão? O que é isso? No Porto, se “aquilo” não levanta durante os noventa minutos da relação e a queca termina sem “golos”, a coisa resolve-se com um doping amoroso na forma de Viagra ou com uma valente chibatada nas costas da parte feminina e mais frígida do casal, isto é, os jogadores. No Porto, no final da noite, haverá sempre um orgasmo, nem que seja fingido e pintado a tons dourado.

A primeira imagem que apareceu no Google após pesquisar por "Amo-te Sporting"


No Sporting, há uma apresentação semanal do Kamasutra nos relvados portugueses e um manual completo de satisfação mútua. Temos os preliminares de BdC (ok, esta parte é uma beca gay) nos dias que antecedem o “desafio” do fim de semana, em que desperta em nós o Sportinguismo mais animal e "banco-de-trás-do-automóvel" (ainda mais gay) de todos, e continua nos noventa minutos da relação propriamente dita, em que uma parte, a Curva, grita aos ouvidos da equipa “Tu Vais Vencer…” e ela responde, em silêncio, mexendo-se e contorcendo-se de tal forma excitante que gritamos “Estou-me a vir!” "Golo!!!" p’raí umas 3 ou 4 vezes por jogo.


Não é à toa quem em Alvalade costumamos encontrar o Gomes de Sá, o Zé do Pipo e o Brás nas bancadas a gritar pelo Sporting.