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25 de agosto de 2017
21 de novembro de 2016
João Mário, um dos melhores para a Gazzetta dello Sport no derby Milan 1-1 Inter
João Mário, um dos melhores para a Gazzetta dello Sport [Candreva, o melhor, com nota 7].
"Ei-lo, o "trequartista". Mas moderno: não fica parado, sempre à procura da melhor posição. Óptimas ideias mas um defeitozinho: remata pouco quando tem oportunidade para tal"
"Ei-lo, o "trequartista". Mas moderno: não fica parado, sempre à procura da melhor posição. Óptimas ideias mas um defeitozinho: remata pouco quando tem oportunidade para tal"
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17 de julho de 2016
Mas havia dúvidas de qual era a "World's Best Academy"?
16 de julho de 2016
Demoraram uma semana mas cá fica para a história: Os #Aurélios
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15 de julho de 2016
Coisas que têm de ser ditas por estrangeiros [Kostas Katsouranis, ex-jogador do Benfica]
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24 de outubro de 2014
Entrevista ao Pontus Farnerud, ex-jogador do Sporting
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| Farnerud e o mister Paulo Bento |
Viva, Pontus e sê bem vindo a este humilde e pequeno espaço
Sportinguista cujo principal objectivo é apenas “enjoy Sporting”.
Apesar de teres passado apenas um par de épocas pelo estádio
de Alvalade, serás sempre lembrado como fazendo parte da, hoje em dia, mais ou
menos famosa equipa do Paulo Bento, onde ganhámos alguns troféus mas não
conseguimos alcançar o maior deles todos, o título de campeão.
Com quem é que joga o Sporting: A minha primeira questão é, como era o sentimento geral da
equipa no final dessas épocas? Mais contentes por ter atingido o segundo lugar
(e entrar na Liga dos Campeões) ou desapontados por não terminar em primeiro?
CQJS: Qual foi a primeira palavra portuguesa que os teus colegas
te ensinaram? Se foi uma que termina em “…alho”, conta-nos qual foi a segunda.
PF: Creio que foi “obrigado” e no campo “joga”.
CQJS: Qual a tua história mais divertida com o Paulinho?
PF: Ah, bem, penso que foi num dos nossos jantares de
equipa quando ele ficou um bocadinho “tocado”…
CQJS: E quem era o jogador mais “maluco” do balneário na altura?
PF: Nós tínhamos um bom ambiente no meu tempo, o mais
maluco talvez fosse o Liedson.
CQJS: Aquele jogo que nunca esquecerás no Sporting?
PF: O meu primeiro jogo em Alvalade depois da minha lesão
no início. Contra um muito bom Braga, creio que ganhámos 3-0. Depois, também
alguns dos jogos da Liga dos Campeões.
CQJS: De que grupo fazias parte? Do grupo de jogadores que o Paulo
Bento gostava de embirrar ou do grupo dos seus jogadores favoritos?
PF: Penso que o Paulo Bento e eu tínhamos uma boa e honesta
relação, eu sei que ele apreciava algumas das minhas qualidades mas a
competição no meio-campo era bastante forte a certa altura. Tenho grande
respeito pelo Paulo Bento e durante o meu tempo tivemos sempre um bom ambiente no
Sporting e bons resultados graças a ele.
CQJS: Manténs-te atento à situação do Sporting? Vês alguns jogos,
verificas os resultados, esse tipo de coisas?
PF: Sim, claro, eu sigo o Sporting, penso que foi uma pena
que algum tempo depois da minha passagem pelo Sporting os resultados não têm
sido muito bons. Estou muito contente por ver de novo o Sporting na Liga dos
Campeões este ano e estou muito contente pelo meu amigo Adrien que está a jogar
muito bem.
CQJS: Se estás a par do Sporting actual, quais são os teus
jogadores favoritos de momento?
PF: Sempre fui um grande fã do Nani desde que jogámos
juntos, não tem sido sempre fácil para ele mas ele tem imensas qualidades.
CQJS: Jogaste com o Nani em 2006/07 e no final dessa época ele
saiu para o Manchester United. Foi uma surpresa para vocês e para a equipa? E o
que pensas sobre o seu regresso ao Sporting nesta época?
PF: Foi mais surpreendente ele ter regressado ao Sporting
do que ter saído para o Man Utd. É muito bom e importante para o clube manter
contacto com os jogadores sportinguistas em outros clubes para que quando
quiserem sair eles possam escolher o Sporting e não outro clube.
CQJS: Conseguirias ter adivinhado que o Moutinho acabaria por ir
parar ao Porto?
PF: Não e que ele agora jogue no meu antigo clube AS Mónaco
também foi uma grande surpresa. Grande jogador.
CQJS: Estavas no banco contra o Porto na final da Taça de Portugal
(e também contra os Belenenses, na época anterior) no estádio do Jamor,
lembras-te? A alegria de termos vencido a Taça superou a tristeza por não a ter
jogado?
PF: Queres sempre jogar, participar, estava muito contente
pela equipa mas claro, um pouco desapontado por não jogar…
CQJS: A história mais divertida em Portugal, fora do campo?
PF: Algumas vezes perdi-me na cidade… e uma vez cheguei
atrasado quando íamos jogar uma jogo da Liga dos Campeões. Eu vivia na zona da
Expo e demorei uma hora e meia a chegar a Alvalade por causa do trânsito e de
um acidente.
CQJS: Como era a vida em Portugal? Gostaste do país? E continuas a
visitar-nos?
PF: Comecei a gostar de Portugal desde que aí estive
durante o Euro 2004. Não é fácil para um jogador escandinavo pois a língua e a
cultura é bastante diferente mas se tivesse jogado mais teria ficado mais
contente e satisfeito. Já voltei uma vez e espero regressar para visitar o
estádio e a Academia.
CQJS: Alguma comida favorita portuguesa que sintas saudades?
PF: Não, nem por isso.
CQJS: Ainda te lembras do que “lampião” quer dizer?
PF: Claro, no outro dia estava a ver AS Mónaco - Benfica e claro que estava a torcer por uma vitória do Mónaco.
CQJS: Cristiano, Ronaldo, Messi ou Ibrahimovic?
PF: Messi mas gosto dos três.
CQJS: Quem é o melhor jogador, tu ou o teu irmão, Alexander?
PF: Alex é muito bom jogador.
CQJS: Podes nos contar o que estás a fazer agora? Ainda estás
ligado ao futebol? Pensas tornar-te algum dia treinador?
PF: Tive de terminar a minha carreira no ano passado devido
a uma lesão e agora vivo em França, nos arredores de Mónaco. Comecei a minha
carreira de agente de jogadores e com sorte um dia destes eu visita Portugal e
também o Sporting!
Bem, já terminou! Espero que tenhas gostado e quero
agradecer-te e dizer muito obrigado por ter aceitado em responder a
estas simples (e palermas) perguntas. Os cinco ou seis leitores do blog também vão
gostar. eheh
Boa sorte para a tua vida pessoal e profissional, Pontus
Farnerud!
Saudações Leoninas!
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Sporting
22 de julho de 2014
15 de julho de 2014
12 de março de 2014
17 de setembro de 2013
Festival Eurovisão da Canção
Olho para a classificação, vejo o Sporting em 2º lugar,
sorrio e, claro – “quem nunca”, como pergunta a Manuela Moura Guedes -, sonho em ser
campeão. Mas esse sorriso desvanece-se em dois segundos quando me lembro ,que após
Rui Costa e Olegário, ainda falta defrontar Capela, Duarte Gomes, Paixão,
Baptista e Rui-o-tal-que-foi-condenado-no-Apito-Dourado-Silva, entre outros.
Depois, temos sempre de contar com as ajudas “extras” que
Porto e Benfica irão beneficiar dos seus clubes “vizinhos” (politica e
geograficamente falando), como Arouca (Pedro Emanuel), Académica (Sérgio
Conceição) ou Rio Ave (Espírito Santo), que funcionam como incubadoras dos
futuros treinadores do Porto. O Benfica optou por trocar empréstimos de
jogadores por contratos televisivos. Já meteu debaixo da sua “asa” o Farense e falou-se
no Académico de Viseu e ainda no primodivisionário Marítimo.
Com esses clubes-satélite já sabemos que os 3 pontos vão
sempre parar ao bolso do Porto ou Benfica, tipo aquelas votações do Festival
Eurovisão da Canção onde os 12 pontos do Azerbaijão, Cazaquistão, Ucrânia e
restantes ex-Repúblicas Soviéticas, que vão sempre parar à Rússia.
Meus amigos Sportinguistas, não tenham dúvidas, será tão ou
mais difícil o Sporting ser campeão do que Portugal ganhar o Festival Eurovisão
da Canção.
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| Equipamento alternativo para ir jogar ao Dragão. |
Isto é o Benfica e o Porto a irem ao Festival a cantar em
inglês, com um som bem pop e com umas bailarinas todas descascadas e o Sporting
a cantar um fadinho, em Português e sem luzes ou efeitos especiais a
acompanhar. Podemos não ganhar, mas aquele orgulho bem lusitano ninguém nos tirará.
É que, por necessidade e cada vez mais por convicção, o
Sporting é uma equipa que se orgulha de jogar com (muitos) portugueses na
equipa. No domingo, foram sete. S-e-t-e. E sim, conto o Eric (ou “Érique”, como
os colegas portugueses o tratam) como português, até porque fala melhor a
língua de Camões do que muitos outros portugueses ditos de nascimento. Desde
2002/2003 que só por uma vez não jogámos com um jogador da formação no onze
inicial. Em 2007, contra o Fátima, no estádio do Restelo. Dez anos sempre a
jogar com putos da Academia… é obra.
Putos da Academia, Made in Alcochete, facto enaltecido e
muitas vezes elogiado na imprensa nacional… Not! O que interessa colocar nas
capas e escrever nas crónicas é que o golo do Montero foi em fora-de-jogo! (btw,
quando me vêm falar nisso, respondo sempre – e responderei sempre nos próximos
anos – “limpinho, limpinho.”)
Agora, imaginem, por um momento, como seriam as capas dos
jornais se o benfica jogasse (e ganhasse) com 7 jogadores da formação no 11
titular. Assombroso, não é?
Como disse, vai ser (muito) difícil sermos (já) campeões
esta época. Por ora, ficaria contente com um regresso ao Festival Eurovisão da
Canção, ou seja, um regresso às competições europeias. Não posso exigir mais.
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