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15 de fevereiro de 2014

Bus

O meu lugar favorito em viagens de autocarro é o mesmo do nosso capitão, Ricardo Dias.


Já tinha pensado nisto antes mas só agora, depois de ter visto este post no Facebook da página oficial do jogador de andebol do Sporting, Pedro Solha, é que me lembrei de escrever algo....

Aparentemente, a equipa de futebol tem um autocarro de "última geração" e a equipa de andebol tem outro mais modesto, conforme se pode ver na foto que o Pedro Solha publicou. Ora, em dias como o de hoje, em que a equipa de futebol joga em Alvalade e a viagem desde Alcochete até ao estádio até é curta, porque não abdicar do autocarro "premium" e libertá-lo em prol da equipa de andebol que, nesse mesmo dia, tem de se deslocar até Mafra para jogar um jogo "europeu"? Custa assim tanto ir desde Alcochete até Alvalade neste autocarro? Seria por isso que não ganharíamos o jogo mais logo?

Eu sei que poderá soar a demagogia mas nestes pequenos pormenores, por vezes, está a diferença que faz ganhar jogos ou perdê-los. Conseguem imaginar o "plus" de energia que os jogadores de andebol sentiriam ao chegar ao pavilhão de Mafra, para defrontar o todo-poderoso Montpellier, num imponente autocarro de dois andares?


Who did it?

Sábado, dia de Sporting-Olhanense, e não consigo deixar de pensar no jogo de terça-feira. Quero culpar alguém mas não consigo culpar Jardim, Eric ou Bruno de Carvalho. Nos últimos 26 jogos contra Benfica e Porto e apenas… duas vitórias. Esta merda, como já tentei explicar nos últimos posts, não é uma coincidência. O poço do Sporting começou-se a escavar com Santana Lopes e Roquette e acabámos a enterrar-nos com Bettencourt e Godinho Lopes. Paulo Sérgio? Carvalhal? Maniche? Caicedo? Pongolle?!? As pistas para o “suicídio” do Sporting no derby de terça-feira estão aí todas à vista, basta procurar mas não é na constituição para o onze de Jardim que (não) jogou na terça que as vão encontrar.



Dica: já foi presidente do Sporting e tem nome com duas consoantes.


Pronto, era só mais um desabafo. Vamos lá olhar para o que interessa, o futuro. P’ra já, vem aí o jogo de mais logo com o Olhanense.

É p’ra ganhar. Golear, se possível. Não há muito mais a dizer antes de um jogo contra o último ou penúltimo e que já contratou trinta (30!) jogadores esta época.

Só uma observação: ouvi a conferência de imprensa de Leonardo Jardim na quinta-feira e ele deu a entender que a forma apática como a equipa do Sporting tem entrado nas primeiras partes dos últimos jogos (e só depois nas segundas partes é que se “lembra” que tem de ganhar…) é mais por culpa dos jogadores do que das indicações do treinador. Segundo ele, as indicações que dá antes do jogo vão em sentido contrário: entrar a “matar”, logo na primeira-parte.

Ora, se o treinador diz que é para entrar a “matar”, por que razão não o fazem os jogadores? Fica a pergunta.

Para o resto do campeonato, o que almejo é nada mais do que o 2º lugar. O Benfica, só com muita, muita, muita inabilidade é que não conseguirá ser campeão. Tendo em conta a conjetura e a forma como esta época foi planeada (ano zero), se conseguirmos terminar em 2º, à frente do tri-campeão nacional, será uma época muito, muito, boa.

O 3º lugar, apesar de não dar acesso direto à Liga dos Campeões, não se poderá dizer que seja uma época de sucesso. Nem o contrário. Fica ali no meio termo, num “limbo” qualquer. É bom mas também é mau. É mau mas também é bom. Olhando para a última época, é bom. Olhando para a história do Sporting, é mau.

Havia mais merdas p’ra comentar, como por exemplo a nomeação de Duarte Gomes (ahahahaha) para o jogo do Benfica em Paços de Ferreira, mas fica para outra ocasião.


SL